Olá leitores, como vão vocês? Esperamos, mais uma vez, que estejam todos bem e sempre galgando seus objetivos.
Hoje gostaríamos de falar um pouco a respeito do custo x beneficio de se estudar no exterior (Argentina e Bolívia) e porque as universidades nestes países são tão baratas, o que gera logo, uma dúvida na cabeça de muitos acadêmicos e futuros postulantes: “Como pode um curso tão barato ser tão bom como dizem?”.
Primeiramente gostaríamos de mais uma vez ressaltar a excelência das escolas médicas argentinas e bolivianas e como muitas delas (toda essa parcela, sendo diretamente destino de assessoramento do Medicina Para Todos), contribuem para o desenvolvimento social e cientifico de seus respectivos países.
A medicina argentina é inquestionável e sua história, tradição, premiação com Nobel, desenvolvimento acadêmico e cientifico, além de grandes pesquisas revolucionarias na área de cardiologia, esclarecem e deixam sem sombra de dúvidas o “peso” médico que esta carrega por décadas, e que a cada ano desenvolve-se formando profissionais do mais alto nível.
A medicina boliviana não deixa a desejar, tendo grades curriculares extremamente focadas na formação social e cientifica, com cargas horárias que superam as expectativas do proposto para a formação médica, a Bolívia e suas academias médicas por anos têm elevado seus níveis acadêmicos e também formado egressos capazes de atuarem em mercados médico sem restrições.
Mas ainda sim, perguntam-se, como tais escolas conseguem adotar padrões tão elevados com mensalidades irrisórias?
As mensalidades das universidades privadas possuem valores menores do que no Brasil, uma vez que a realidade econômica dos países está divergente da realidade brasileira; Com uma ajuda governamental e apoio e incentivo direto a educação, além de diversas fundações e organizações apoiarem direta e indiretamente os institutos privados, estes conseguem por sua vez ofertarem carreiras de grado a um preço mais acessível, fincando desta forma também, a filosofia de acesso humanitário a todos os jovens e adultos a educação, sem restrições socioeconômicas, de credo ou que regem fatores diversificados da vida.
Tendo uma vasta gama de colaboradores e incentivos governamentais em apoio, as universidades não só conseguem obter resultados satisfatórios no custeamento das mensalidades, como também conseguem aprofundar-se em pesquisa e desenvolvimento, contanto com bases sólidas para tais feitios, além de infraestruturas altamente qualificadas para o âmbito acadêmico.
Divergindo também do Brasil nas questões tarifarias tangível a impostos, as instituições repassam nos valores de suas mensalidades um valor real e final que será convertido única e exclusivamente no aprofundamento evolucional da instituição, para que está prossiga com o desenvolvimento de sua formação acadêmica e social.
Porque não tem vestibular? E se entrarem dois mil alunos em uma turma?
Muitas instituições privadas e públicas argentinas e bolivianas ou aboliram o vestibular ou adotaram métodos alternativos, uma vez que em sua filosofia regente, as mesmas consideram o aperfeiçoamento do jovem como universitário dentro de um ambiente interdisciplinar focado exclusivamente para a área o qual selecionou, sem restrições de admissão.
As vagas por sua vez são limitadas as turmas vigentes de cada ano, que podem separar-se em duas ou três, e é por este motivo que o Medicina Para Todos alerta sobre a importância da reserva de vagas, uma vez, que preenchido o campo acadêmico da universidade, a mesma não concedera abertura de novas turmas até o próximo ciclo subsequente.
Em suma, não há uma seleção por meio de provas, porém há um limite especifico de cada instituição no que diz respeito às vagas ofertadas para as cátedras médicas e outras demais.
Se não há seleção, não há um nivelamento dos alunos, isso é verdade?
A isenção de exames admissionais não significa que os alunos ingressos ao primeiro ano da carreira não serão avaliados de forma niveladora; As escolas que não obrigam o acadêmico a prestação de quaisquer exames, adotam o primeiro ano da carreira como um nivelamento eliminatório, tratando assim de garantir um bom nível e nivelamento da turma para prosseguir nas demais cátedras que dizem respeito à medicina; Além do alto padrão exigido pelas escolas, provas orais, escritas e presença em congressos e palestras são pré-requisitos para aprovação aos anos seguintes.
O Medicina Para Todos mais uma vez assegura o seu compromisso para com a sociedade em ofertar em sua assessoria estudantil, universidades com alto padrão de excelência em pesquisa, desenvolvimento e corpo docente, garantindo assim aos compatriotas brasileiros, uma formação médica que superam as expectativas e preparam o futuro profissional para atuação em todos os campos médicos que desejar.
Caso ainda tenha quaisquer dúvidas a respeito deste tema, por favor, não hesite em nos contatar, será um prazer atende-lo.
Atenciosamente
Equipe Medicina para Todos.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Como pode um curso tão barato ser tão bom como dizem?
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Medicina Para Todos




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